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TREINADORES DE SURF QUEREM RECONHECIMENTO OFICIAL DA PROFISSÃO

Esta e muitas outras conclusões foram apresentadas na passada terça-feira, dia 16 de março, no Webinar “O Caminho para a Representação Profissional dos Treinadores de Surf” organizado pela AESDP – Associação de Escolas de Surf de Portugal, que contou com a participação de cerca de 80 Treinadores e que se estendeu por quase 3 horas.

Já são conhecidos os resultados do questionário lançado pela AESDP ao Treinadores de Surf nacionais, que contou com uma esmagadora participação de 308 Treinadores. Estes resultados foram apresentados no Webinar “O Caminho para a Representação Profissional dos Treinadores de Surf” promovido pela AESDP e com a participação do órgão reconhecido pelo Estado para a representação dos Treinadores, a Confederação de Treinadores de Portugal, representada pelo seu Presidente Pedro Sequeira.

Além da apresentação dos principais resultados do questionário, a AESDP apresentou ainda uma proposta de plano de atuação futura para uma eficaz e profissional representação dos Treinadores, com o intuito de dar resposta às suas necessidades. No final, teve lugar o debate aberto aos participantes, onde foram expostas as diversas opiniões e preocupações.

Este momento inédito, realizado através da plataforma Zoom, contou com quase 80 participantes e lançou as bases para o reconhecimento da profissão de Treinador de Surf. Apesar do programa prever uma duração de 1:45h, com final previsto para as 19:45h, o debate foi aceso e estendeu-se até às 20:45, perfazendo uma duração de quase 3 horas. A apresentação dos resultados e proposta de plano de atuação da AESDP pode ser consultada no site da associação, através deste link.

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TREINADORES DE SURF DE PORTUGAL COM UMA NOVA REPRESENTAÇÃO

A Confederação de Treinadores de Portugal e a Associação de Escolas de Surf de Portugal estabeleceram uma parceria com o intuito de reforçar a representação dos Treinadores de Surf e dar voz a esta classe profissional em Portugal. Questionário online para os Treinadores está em curso.

A dura e prolongada situação de pandemia em que temos vivido há já quase um ano tem tido repercussões devastadoras em todas as áreas da sociedade, além de ter vindo a expor as fragilidades e a reforçar e relembrar necessidades para os vários sectores e atividades. Nomeadamente, uma das atividades seriamente impactada foi a dos Treinadores de Surf, que por várias vezes ao longo do último ano se viram em situações absolutamente precárias, sem respostas adequadas e atempadas para as múltiplas dúvidas e questões que iam surgindo com as constantes alterações legais.

Atualmente, já existe uma representação profissional para as Escolas de Surf e Surf Camps de todo o país, através da AESDP – Associação de Escolas de Surf de Portugal, que tem vindo a lutar essencialmente pela regulamentação e ordenamento da atividade destes operadores, mas que é também um centro de esclarecimento de dúvidas e de informação relevante para os seus associados. Da mesma forma, é agora mais do que nunca evidente a necessidade de uma representação similar dos Treinadores de Surf, que iniciam e acompanham jovens e adultos neste desporto de diferentes formas: recreativa, lúdica, de lazer ou de formação desportiva com perspetiva de carreira profissional, esta última servindo o desenvolvimento de atletas que representam Portugal nos diversos palcos internacionais das nossas modalidades. A promoção do Surf a modalidade olímpica veio criar uma ainda maior exigência nos processos de formação e de progressão das carreiras dos Treinadores e, consequentemente, dos próprios atletas.

Foto: Nadjejda Guichet

Com base no exposto, a Direção da AESDP estabeleceu um protocolo de parceria com a Confederação de Treinadores de Portugal e irá apresentar em Assembleia Geral uma proposta de alteração do âmbito e estatutos da Associação para permitir a representação dos Treinadores, de uma forma independente e com regulamento próprio, com base nos mesmos princípios de profissionalismo que têm guiado a atuação em prol das Escolas e que em conjunto levará a uma maior organização e profissionalização do Surf como um todo em Portugal.

Posteriormente a AESDP será associada da Confederação de Treinadores de Portugal que funciona como uma Ordem de Treinadores em Portugal congregando 26 Associações de Treinadores de diferentes modalidades e reunindo à volta da sua marca cerca de 40 mil Treinadores em Portugal. A Confederação é assim o porta voz dos Treinadores junto da tutela nacional e internacional em organizações como: o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), o Conselho Nacional do Desporto (CND), o International Council for Coaching Excellence (ICCE) e União Europeia.

Os treinadores de surf têm assim a oportunidade de estar diretamente envolvidos nas dinâmicas que concernem a profissão de Treinador!

Com o intuito de perceber as perspetivas e opiniões dos próprios Treinadores em relação à necessidade desta Associação e das suas necessidades e preocupações, foi preparado um breve questionário direcionado aos Treinadores de Surf, que pode ser preenchido através deste link.

+ Info: info@associacaoescolasdesurf.pt | carolinam@treinadores.pt  

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COMUNICADO: Esclarecimento sobre o Encerramento das Escolas de Surf

A Direção da Associação de Escolas de Surf de Portugal vem informar que, com a publicação do Decreto n.º 3-B/2021, de 19 de janeiro, que altera a regulamentação do atual Estado de Emergência, ficou definitivamente esclarecida a obrigatoriedade do encerramento das Escolas de Surf, bem como de todas as instalações de treino de desportos individuais para o público.

Tal como informado anteriormente, efetuámos diversos pedidos de esclarecimento aos órgãos responsáveis do Governo, devido às diversas aplicações que a lei anterior tinha tido, com a comunicação de encerramento das Escolas de Surf enquanto outros locais de treino de desportos individuais mantinham a sua atividade.

Desta forma, com a atualização do Decreto anterior (n.º 3-A/2021, de 14 de janeiro), esta situação fica, por fim, devidamente esclarecida, estando o treino apenas permitido àqueles que nos termos do n.º 2 do artigo 34.º têm a sua atividade equiparada a atividade profissional, a saber: “(…) atletas de alto rendimento, de seleções nacionais das modalidades olímpicas e paralímpicas, da 1.ª divisão nacional ou de competição de nível competitivo correspondente de todas as modalidades dos escalões de seniores masculino e feminino, os que participem em campeonatos internacionais a atividade de acompanhantes destes atletas em desporto adaptado, bem como as respetivas equipas técnicas e de arbitragem.”

Estando agora esta situação devidamente esclarecida, voltamos a apelar a todos os operadores que cumpram e façam cumprir as regras emanadas, reforçando desde já a certeza que iremos acompanhar todos os desenvolvimentos e manter contacto com as entidades responsáveis, para que a nossa atividade possa retomar tão brevemente quanto possível, sem que tal represente qualquer risco para a saúde pública. 

Até lá, cabe-nos a todos fazer a nossa parte para conter a propagação do vírus.

A Direção.

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ENSINO DE SURF: PANDEMIA REFORÇA URGÊNCIA DE REGULAMENTAÇÃO

A pandemia da Covid-19, a maior crise de saúde pública da nossa geração, começa já a causar repercussões absolutamente devastadoras em grande parte dos sectores económicos e na sociedade como um todo. É já absolutamente claro que, após a profunda crise de saúde pública, se seguirá uma profunda crise económica. Curiosamente, o surf e as restantes modalidades de deslize têm tido, ao longo dos últimos meses, um aumento generalizado no número de praticantes como há muito não se assistia. Esta crescente procura foi motivada, essencialmente, pela saturação causada pelos longos períodos de confinamento, gerando um desejo global de realização de atividades de ar livre.

Nas nossas praias, este aumento de praticantes é bem visível e veio contribuir para agravar a já complexa problemática da sobrecarga dos recursos naturais que são as ondas. O deficiente ordenamento das praias e a precariedade da regulamentação dos operadores de ensino de surf são uma realidade em Portugal e, desde a existência da Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP), que temos vindo a alertar para a insustentabilidade desta situação. À medida que mais praticantes se introduzem a estas modalidades, maior é a consciencialização da comunidade para as consequências nocivas desta desregulação, que coloca em causa a segurança e potencia o conflito entre utilizadores.   

Estamos prestes a entrar num ano que será particularmente desafiante para a nossa atividade. Se a incerteza relativamente ao futuro não estivesse já mais do que instalada, fruto das consequências da pandemia, o ano de 2021 será ainda marcado por mudanças radicais ao nível da gestão das praias, competência que será transferida das 20 Capitanias para os 50 Municípios costeiros de Portugal Continental.

Tendo em conta os elevados níveis de desinformação a que se tem assistido, fruto desta incerteza generalizada, a AESDP vem partilhar a sua reflexão daquilo que podemos esperar para o futuro da nossa atividade e de como todos podem contribuir para a solução.

O atual estado do sector

O sector de ensino de surf tem estado em constante crescimento ao longo das suas três décadas de existência. Tanto na vertente de formação desportiva, como na de lazer e turística, os serviços prestados por estes operadores têm sido cada vez mais procurados, fruto dos próprios operadores que desenvolveram o sector, bem como das diversas entidades públicas e privadas que têm apostado na promoção da imagem de Portugal como um destino de surf de excelência.

Bem demonstrativo deste aumento, são os mais de 900 registos no Turismo de Portugal, de Agentes de Animação Turística que afirmam oferecer atividades de surf. Sabemos, contudo, que nem todos estes agentes desenvolvem efetivamente essa atividade, ou não o fazem com uma regularidade que os enquadre como operadores de ensino de surf. Paralelamente, no ano de 2020, registaram-se 312 Escolas de Surf na Federação Portuguesa de Surf. Já os dados cedidos pelas Capitanias e Municípios, responsáveis por licenciar estes operadores para operar nos territórios da sua jurisdição, apontam para mais de 370 operadores licenciados.

Relativamente aos técnicos habilitados para conduzir as sessões (vulgo aulas de surf), Treinadores certificados pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), contavam-se em agosto de 2020 um total de 1.244 Treinadores com as respetivas Cédulas válidas, de acordo com a seguinte distribuição: 1.154 Treinadores de Surfing Grau I, 80 Treinadores de Surf Grau II, 6 Treinadores de Bodyboard Grau II e 4 Treinadores de Surf Grau III.

O que sabemos

A principal certeza, neste momento, é que a partir do próximo ano, todos os Municípios costeiros irão assumir as competências de gestão das praias, domínio no qual se insere o licenciamento dos operadores de ensino de surf. O Decreto-Lei N.º 97/2018, de 27 de novembro, que concretiza esta transferência de competências, permitia aos municípios optar por não assumir esta obrigação nos anos de 2019 e 2020. A partir de 2021, as autarquias já não terão esta possibilidade. Em 2020, 24 dos 50 municípios costeiros assumiram esta competência. Contudo, a grande maioria destes 24 municípios acabou por não proceder ao licenciamento dos operadores, que nesses casos acabou por se manter a cargo das respetivas Capitanias.

Até agora, à falta de uma legislação nacional que definisse os requisitos obrigatórios de licenciamento e as regras de funcionamento destes operadores, coube a cada Capitania definir as suas próprias regras de licenciamento a nível local. Uma vez que a legislação se mantém inexistente, podemos esperar 50 novos conjuntos de regras, requisitos e critérios de licenciamento, definidos individualmente por cada Município. Como se isso não bastasse, importa realçar que apenas serão transferidas para as autarquias as competências nas praias definidas em Portaria como “águas balneares”, sendo que as restantes se irão manter da responsabilidade das Capitanias. Ou seja, a costa portuguesa irá tornar-se numa autêntica manta de retalhos, em que a gestão local e as regras de funcionamento e licenciamento serão definidas por 70 órgãos locais (50 Municípios + 20 Capitanias), isto sem contar com os restantes órgãos de âmbito nacional, as autoridades portuárias, entre outros. Resultado esperado: um pesadelo burocrático, administrativo e jurídico para operadores e órgãos licenciadores e um caos generalizado em toda a costa, em que ninguém irá compreender o que é ou não permitido, tal será a multiplicidade de regulamentos de praia para praia.

Contudo, apesar da escuridão do atual cenário, surgiu recentemente uma luz ao fundo do túnel. Foi criado recentemente, um Grupo de Trabalho Interministerial para o Acompanhamento da Animação Turística, que reúne todos os órgãos públicos e governamentais que têm competências sobre esta matéria. Dentro deste grupo, em resposta aos nossos apelos, a regulamentação dos operadores de surf foi já definida como uma das áreas prioritárias, tendo inclusive sido criado um subgrupo específico para tratar este tema. Acreditamos que a solução para a regulamentação nacional da nossa atividade irá surgir através deste grupo de trabalho, pelo que tudo iremos fazer para continuar a fazer chegar a voz dos operadores às mais altas instâncias, acompanhando os trabalhos e fazendo-nos representar neste grupo.

Ao nível da formação de Treinadores, acresce que esta está novamente estagnada, desde o início deste ano. Em março, foram suspensos pelo IPDJ todos os cursos de Treinadores, para se proceder à alteração dos Referenciais de Formação, a cargo do próprio instituto e das respetivas federações. Sabemos que, neste momento, já 90% das federações entregaram ao IPDJ as suas propostas de alteração aos referenciais, entre as quais não se inclui a Federação Portuguesa de Surf.

O que falta saber

Em primeiro lugar, falta saber quais serão as regras de funcionamento, requisitos e critérios de licenciamento aplicados por cada um dos municípios. Enquanto a legislação nacional não for uma realidade, importa que se consiga ter a maior uniformização possível, para que a discrepância ao longo da costa seja a menor possível.

Em segundo lugar, importa compreender de que forma será feita a distinção entre os agentes que têm uma atuação centrada no lazer e turismo, daqueles que pretendem prestar um acompanhamento desportivo com vista ao desenvolvimento técnico e competição. É expectável que os municípios venham alterar o que tem sido a prática da maioria das Capitanias, de exigir o registo dos operadores simultaneamente na FPS e no Turismo de Portugal.

Por fim, falta também perceber quando se irá iniciar a formação e o reconhecimento de competências de Treinadores, que estão dependentes da entrega dos referenciais por parte da FPS e para a qual não há ainda qualquer data prevista.

O caminho a percorrer

São muitos os desafios que o surf em Portugal enfrenta neste momento e não são exclusivos dos operadores de ensino, mas sim de toda a comunidade de surf nacional. A desregulação e desordem que se tem sentido nas nossas praias afetam todos aqueles que as frequentam, com destaque para surfistas e operadores durante todo o ano, bem como banhistas e restantes utilizadores, maioritariamente na época balnear.

Um dos principais desafios pela frente é o de combater a propagação de operadores de ensino de surf ilegais, que operam sem licenciamento e de forma descaracterizada. Para tal, é importante que se conheçam as regras de funcionamento e licenciamento locais, bem como os operadores devidamente licenciados para cada praia. Os municípios deverão fazer um esforço de divulgação transparente de todos os agentes autorizados para operar, tornando essa listagem pública e visível. Além disso, deveremos todos em conjunto trabalhar no sentido de haver uma maior e mais eficaz comunicação entre os agentes legais e licenciados, os surfistas e as entidades licenciadoras e fiscalizadoras, para que não se esteja constantemente a fiscalizar os cumpridores, mas sim aqueles que atuam de forma desleal e ilegal. É também determinante que se criem mecanismos que permitam uma clara diferenciação entre os agentes que atuam de forma séria e profissional, com qualidade, daqueles que não o fazem, permitindo ao próprio mercado uma mais fácil seleção – o que levou à criação do Certificado de Qualidade de Escolas de Surf AESDP, que será lançado muito em breve.

Por outro lado, a clarificação do regime legal e a uniformização das regras de licenciamento em todo o território é também urgente. Para tal, vamos continuar a apoiar Capitanias e Municípios nesta definição, para que os processos de licenciamento sejam legais, justos e transparentes. Além disso, faremos um acompanhamento do Grupo de Trabalho Interministerial que está a discutir esta temática, para que as especificidades do surf sejam tidas em conta no momento de decisão, preservando ao máximo os princípios e a cultura surfista.

Por fim, é urgente que se retome a formação de Treinadores, que não são ainda suficientes a nível nacional para dar resposta às necessidades de todos os operadores, especialmente durante os meses de Verão. Para que haja um melhor funcionamento das praias, com maiores garantias de segurança durante todo o ano, é essencial que todos os técnicos envolvidos tenham uma formação de qualidade, com vista à crescente profissionalização da nossa atividade.

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Praias sob Pressão: Praia da Torre

Com a chegada das tempestades e grandes ondulações de Inverno, começa também a nossa procura pelas praias mais abrigadas, que causam a refração das ondas e nos permitem usufruí-las mesmo nos dias mais desafiantes.

Surfistas e Escolas de Surf procuram estas soluções, o que leva muitas vezes a uma grande carga de praticantes nesses locais. A Praia da Torre, em Oeiras, é um exemplo claro dessa sobrecarga. De dimensões relativamente reduzidas e localizada numa área de grande densidade populacional, a Praia da Torre rapidamente se enche de praticantes nos dias de maior ondulação. Este excesso de carga, como sempre acontece, tem levado a um aumento da sensação de perigo dentro de água.

É importante todos contribuirem para reduzir este risco, surfistas e Escolas de Surf deverão comunicar ativamente entre eles, para encontrar soluções para uma convivência entre todos. Para tal, é importante que todos os utilizadores tenham conhecimento de quais são as Escolas de Surf autorizadas a prestar os seus serviços em cada praia. No caso da Praia da Torre, a lista das Escolas de Surf licenciadas é pública e está disponível no site da Capitania do Porto de Lisboa, sendo esta atualmente a seguinte:

Escolas de Surf autorizadas para prestar serviços de ensino de surf na Praia da Torre:

1 Search School

2 Surf In Surf School

3 Carcavelos Surf School

4 Surf Academia João Macedo

5 Surf Lisbon

6 Go Surf Lisboa

7 Feel Free Surf School

8 Tubeline Surf School

9 Surf Pro Surf School

10 Shorebreak Waveriding School

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O SURF E O TURISMO NO PÓS-COVID EM DISCUSSÃO ESTA SEMANA

É já na quarta-feira que a Associação de Escolas de Surf de Portugal irá promover o Webinar para debater o futuro do sector turístico de surf após a crise da pandemia, com a participação do Turismo de Portugal, da Biosphere Portugal e com o testemunho dos próprios empresários.

Chegados ao final de um Verão diferente e desafiante, a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP), como é seu costume, irá começar a promover diferentes momentos de contacto e união entre os operadores, tendo em vista a união do sector, a partilha de experiências tidas ao longo deste ano e a discussão dos desafios e estratégias para o futuro.

Com o agravamento da situação pandémica, estas primeiras ações irão compor um Ciclo de Webinares, de reuniões em formato digital, via plataforma Zoom. 

A primeira etapa é já na quarta-feira, dia 18, pelas 15:00h e irá contar com a participação do Turismo de Portugal, da Biosphere Portugal e de alguns empresários que estão a participar no projeto da Associação de Formação e Capacitação das Empresas, financiado pela Confederação do Turismo de Portugal através do Portugal 2020.

Recuperação do Sector no Pós-Covid: A Importância da Capacitação e Formação dos Empresários

Programa:

15:00h | Abertura | Afonso Teixeira, Associação de Escolas de Surf de Portugal

15:10h | O Plano de Turismo + Sustentável 20-23 e o papel dos operadores de Surf | Teresa Ferreira, Turismo de Portugal

15:40h | A sustentabilidade das empresas como estratégia para ultrapassar a crise | Patrícia Araújo, Biosphere Portugal

16:10h | A capacitação e formação dos operadores | Testemunho dos empresários

16:30h | Debate

16:45h | Encerramento

Link para entrada no webinar: https://us04web.zoom.us/j/79222259603?pwd=ZTFlYjl1U290aTBTY1BVOWR1UEIydz09 

Mais informação para: info@associacaoescolasdesurf.pt

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LANÇADO FORMULÁRIO ONLINE DE REGISTO DE SALVAMENTOS FEITOS POR SURFISTAS NAS PRAIAS NACIONAIS

Formulário surge no seguimento do projeto Surf & Rescue, que une a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) e o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e que levou formações gratuitas para treinadores e técnicos das Escolas de Surf a 3 pontos distintos da costa em setembro.

A Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) e o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) têm vindo a colaborar no sentido de aproximar cada vez mais o surf do salvamento aquático ao longo de toda a costa nacional. O início desta parceria ficou marcado por um conjunto de ações de formação direcionadas para as Escolas de Surf e seus colaboradores, denominadas Surf & Rescue, que decorreram em setembro na Costa da Caparica, Sagres e Matosinhos.

Apesar de ser do conhecimento geral que as Escolas de Surf e Treinadores, bem como toda a comunidade surfista, prestam um importante contributo na assistência a pessoas em perigo nas nossas praias, essas ocorrências muitas vezes não são registadas. É importante contabilizar o verdadeiro contributo que a comunidade de surf em Portugal dá para a segurança e salvamento aquático, e este formulário pretende facilitar esse registo.

Este é um formulário direcionado não apenas para Escolas de Surf, mas para todos e todas as praticantes de modalidades de deslize em ondas que se vejam de alguma forma envolvidos em situações de salvamentos ou assistência a pessoas em perigo nas praias.

Os dados recolhidos através deste formulário serão cruzados com os dados do Instituto de Socorros a Náufragos e irão incluir os relatórios anuais de salvamentos feitos em Portugal, dando um destaque cada vez maior ao papel da comunidade surfista.

Este formulário poderá ser acedido no website da Associação de Escolas de Surf de Portugal, através do seguinte link: /surfrescue/

+info: info@associacaoescolasdesurf.pt

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Terminou em Matosinhos o primeiro ciclo Surf & Rescue, que levou o salvamento aquático às Escolas de Surf nacionais

A terceira ação da iniciativa Surf & Rescue, que junta a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) e o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), decorreu ontem na Praia de Matosinhos, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos. Esta foi a última ação do ciclo de 3 formações no espaço de uma semana, com o intuito de reforçar o papel das Escolas de Surf no apoio ao salvamento aquático, visando assim o reforço da segurança nas praias portuguesas durante todo o ano.

Esta formação, direcionada para Treinadores e técnicos das Escolas de Surf e Surf Camps, decorreu durante todo o dia na praia de Matosinhos, tendo esgotado o limite de 30 inscrições imposto pela atual situação pandémica.

A participação de surfistas e Treinadores de Surf em resgates e salvamentos no mar é uma realidade cada vez mais presente em Portugal e esta ação contribuiu para capacitar aqueles que estão na linha da frente durante todo o ano, as Escolas de Surf, ao nível das mais recentes técnicas de salvamento, primeiros socorros e Suporte Básico de Vida.

Este projeto inédito, ao juntar formadores do ISN e da AESDP, permite aos participantes obter conhecimentos de resgate e salvamento aquático adaptados à realidade do surf e, especificamente, ao contexto de aulas de surf. Durante o dia, todos os participantes aprenderam e praticaram técnicas de resgate com e sem prancha, suporte básico de vida e primeiros socorros.

A primeira edição Surf & Rescue terminou assim na Praia de Matosinhos, depois de ter passado pela Costa da Caparica e por Sagres, nos dias 23 e 26, respetivamente. A ação contou com o apoio do Município de Matosinhos, que esteve representado pela Presidente Luísa Salgueiro e o Vice-Presidente Fernando Rocha.

Em breve, a AESDP e o ISN irão lançar novidades em relação a esta nova parceria e o plano de atuação conjunto para o futuro.

Fotos: José Ribeiro | @joseph_garage_photography

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