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SURF & RESCUE: Iniciativa de salvamento aquático para Escolas de Surf decorreu este fim-de-semana em Sagres

A segunda ação da iniciativa “Surf & Rescue”, que junta a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) e o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), teve lugar em Sagres no sábado, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo. A ação teve o intuito de reforçar o papel das Escolas de Surf no apoio ao salvamento aquático, visando assim o reforço da segurança nas praias portuguesas durante todo o ano.

Esta formação, direcionada para Treinadores e técnicos das Escolas de Surf e Surf Camps, decorreu durante todo o dia na praia da Mareta, num dia de muito sol e de mar calmo, tendo esgotado o limite de 30 inscrições imposto pela atual situação pandémica.

A participação de surfistas e Treinadores de Surf em resgates e salvamentos no mar é uma realidade cada vez mais presente em Portugal e esta ação contribuiu para capacitar aqueles que estão na linha da frente durante todo o ano, as Escolas de Surf, ao nível das mais recentes técnicas de salvamento, primeiros socorros e Suporte Básico de Vida.

Esta segunda edição contou com a presença do surfista algarvio profissional de ondas grandes Alex Botelho, que participou em toda a formação e reforçou a importância de toda a comunidade de surf ter os conhecimentos necessários para poder atuar em situações de emergência no mar. A participação deste atleta, habituado a enfrentar as condições mais extremas, é um testamento para a relevância desta iniciativa, não apenas para os membros ligados ao ensino de surf, mas para toda a comunidade nacional.

“A presença do Alex é muito positiva – o facto de um atleta do nível dele, com tantos conhecimentos nesta área, destacar a importância desta formação para ele próprio, só vem reforçar a pertinência do que estamos a fazer com o ISN e dá-nos muita força para continuar. Além disso, todos conhecemos o grande atleta que ele é e a experiência que ele carrega, o que enriquece muito a própria formação pela partilha de conhecimentos e experiências que se proporciona”, referiu Afonso Teixeira, Diretor Executivo da Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP).  

Esta foi a segunda das três ações Surf & Rescue deste mês, depois de ter passado pela Costa da Caparica no dia 23 e que irá terminar na Praia de Matosinhos na quarta-feira. A ação contou com o apoio do Município de Vila do Bispo, que se fez representar pela Vice-Presidente Rute Silva.

Os promotores garantem que a “Surf & Rescue” é apenas a primeira iniciativa de um conjunto mais alargado de ações que vão ser promovidas em parceria entre o ISN e a AESDP para aumentar a segurança nas praias portuguesas.

Fotos: Portugal Surf Shots

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SURF E SALVAMENTO JUNTAM FORÇAS NA COSTA DA CAPARICA

A primeira ação da iniciativa Surf & Rescue, que junta a Associação de Escolas de Surf de Portugal e o Instituto de Socorros a Náufragos, decorreu ontem na Costa de Caparica, visando o reforço da segurança nas praias portuguesas.

“O objetivo é dar preparação e formação aos surfistas para poderem complementar os dispositivos de segurança existentes nas praias, e fazerem aquilo que eles já fazem durante todo o ano, que é ajudar a salvar pessoas”, realçou à Lusa o comandante Velho Gouveia, diretor do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN).  

Na praia de Santo António, numa manhã cinzenta mas sem chuva, e com o mar relativamente calmo, os 30 participantes, que esgotaram as vagas disponíveis, foram divididos em dois grupos, com um ‘pelotão’ a receber primeiro a formação teórica, em terra, e o outro a aprender as táticas de salvamento no mar, invertendo-se depois os papéis.

“Com isto, pretende-se que os surfistas tenham alguma preparação nas áreas do suporte básico de vida e do resgate de vítimas, mas também pretendemos outra coisa importante da parte dos surfistas, que é a alimentação dos registos que existam dessa participação deles a nível nacional, para podermos depois tirarmos conclusões e podermos melhorar esta parceria no futuro”, sublinhou Velho Gouveia.

A participação de surfistas em resgates de pessoas em perigo no mar é uma evidência para quem frequenta com assiduidade as praias portuguesas.

Porém, como se tratam muitas vezes de salvamentos informais, não são comunicados às autoridades, faltando números fidedignos que permitam uma análise mais detalhada desta realidade, e essa é uma lacuna que as autoridades competentes querem ver corrigida com estas formações.

“Isto não aparece do nada, nós temos elementos estatísticos na Autoridade Marítima Nacional que comprovam que todos os anos, praticamente, há dezenas de situações em que os surfistas ajudam os cidadãos e em que, eles próprios, precisam das autoridades que fazem o socorro. Mais uma vez, aqui, se juntam duas necessidades, para que o proveito também seja o dobro”, disse o comandante.

Por seu turno, o diretor executivo da Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP), Afonso Teixeira, apontou para a importância crescente dos surfistas nas ações de salvamento nas praias portuguesas, sobretudo depois de terminar a época balnear, e a oportunidade de lhes dar mais competências nesta área através dos conhecimentos dos profissionais do ISN.

“Esta formação mistura dois mundos, o surf e o salvamento aquático, e isto permite-nos ter pessoas capacitadas para fazer salvamentos e dar uma maior segurança nas nossas praias o ano todo”, assinalou.

Uma ideia partilhada pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Almada (CMA), João Couvaneiro, que vincou o papel que os surfistas têm desempenhado ao longo dos anos nos salvamentos no mar e a importância de estarem bem preparados para o efeito.

“Sabemos que muitas vezes as escolas de surf e os surfistas são um auxílio importante no resgate de nadadores e de banhistas que estão em dificuldades e, através deste curso que está hoje a ser feito, nós contribuímos para que o façam de uma forma cada vez mais consciente daquilo que são os riscos e daquilo que são as necessidades de garantirmos segurança nas praias”, afirmou o responsável.

João Couvaneiro admitiu que este foi “um verão que trouxe muitos desafios, relacionados com a situação pandémica e com a segurança sanitária das pessoas”, salientando a importância de manter viva a atividade económica na zona balnear da Costa de Caparica.

“Sabemos que o tecido económico sofreu muito com esta interrupção, nomeadamente, as escolas de surf, os apoios de praia e todo o setor turístico. Portanto, tudo o que pudermos fazer para promover esta e outras atividades ligadas à praia, faremos, porque acreditamos no potencial do nosso território”, rematou.

A primeira de três ações dirigidas a treinadores e outros membros de escolas de surf decorreu na praia de Santo António, na Costa de Caparica, com o apoio da Câmara Municipal de Almada e da Associação de Surf da Costa da Caparica. Seguem-se agora idênticas iniciativas em Sagres (26 de setembro) e em Matosinhos (30 de setembro).

Os promotores garantem que a “Surf & Rescue” é apenas a primeira iniciativa de um conjunto mais alargado de ações que vão ser promovidas em parceria entre o ISN e a AESDP para aumentar a segurança nas praias portuguesas, porque há mar e mar, há surfar e salvar.

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SURF & RESCUE: PROJETO PROMOVE O SALVAMENTO AQUÁTICO ATRAVÉS DO SURF NAS PRAIAS PORTUGUESAS

Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) estabelecem parceria com o intuito de reforçar a ligação entre o surf e o salvamento aquático. Formações gratuitas para treinadores e técnicos marcam o início da parceria e vão decorrer já este mês.

É do conhecimento geral que as Escolas e Treinadores de Surf dão um importante contributo para a segurança e o salvamento nas praias em Portugal, bem como toda a comunidade surfista de uma forma geral. Na verdade, são estes uns dos principais agentes de proteção e segurança das praias fora da época balnear. Contudo, muitos dos praticantes não detêm um conhecimento atualizado e adequado das técnicas de resgate, primeiros socorros e Suporte Básico de Vida e, na maioria dos casos, estas ações de salvamento ocorrem de uma forma informal e sem registo das ocorrências.

É com base no conhecimento desta realidade que o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) estabeleceram esta parceria de cooperação, cujo início será marcado pela realização de 3 formações Surf & Rescue em três praias distintas. Estas ações marcam o final da época balnear e irão capacitar estes técnicos para garantir a segurança ao longo da costa durante todo o ano. As datas e locais destas formações são as seguintes:

23 setembro | Costa da Caparica

26 setembro | Sagres

30 setembro | Matosinhos

Esta formação é destinada a Treinadores e outros membros e trabalhadores de Escolas e Clubes de Surfing, tem a duração de 7 horas e atribui 1.4 Unidades de Crédito para a renovação das Cédulas de Treinadores IPDJ. A participação é gratuita e está limitada a 30 inscritos por cada ação.

Após a realização e balanço destas ações, o ISN e a AESDP irão anunciar o plano de iniciativas conjuntas a realizar no futuro.

Inscrições e mais informações por e-mail para: info@associacaoescolasdesurf.pt

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ALTERAÇÕES À FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TREINADORES

Foi publicada ontem a Portaria n.º 141/2020, que vem regular a formação contínua de treinadores de desporto. Esta portaria entra em vigor no dia 1 de julho e traz consigo grandes alterações ao processo de formação contínua e revalidação das cédulas de treinadores.

As principais conclusões tiradas desta nova Portaria são as seguintes:

  • A revalidação da cédula de treinador passa a ter que ser feita a cada 3 anos, ao contrário dos 5 anos que vigoravam até agora;
  • Para a revalidação, passa a ser apenas necessário obter 3 Unidades de Crédito (15 horas de formação), ao invés dos 10 créditos (50 horas) obrigatórios até agora;
  • Deixou de haver obrigatoriedade de haver formação contínua da componente especifica e presencial;

Além disso, no caso de treinadores que tenham neste momento a cédula caducada mas que já tenham obtido 3 créditos, com a entrada em vigor da portaria a 1 de Julho, a cédula passará automaticamente a “ativa” e renovada por três anos.

Podem consultar na íntegra esta Portaria através deste link.

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AESDP e FPS colaboram em projeto de sinalética nas praias

A Federação Portuguesa de Surf (FPS) e a Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) lançam hoje uma campanha de comunicação assente na sinalética a adotar nas praias nacionais com vista à prevenção do COVID e etiqueta de surf, numa chamada de atenção às autoridades e sociedade civil para o papel das escolas de surf enquanto agentes ativos na gestão daquele que é o seu espaço de ação por excelência: a praia.

A campanha assenta em dois cartazes: um dedicado às medidas de prevenção de contágio com a COVID-19, e outro de etiqueta de surf, duas questões que se complementam e que contribuem para uma melhor (e mais segura) fruição do surf.

O presidente da Federação Portuguesa de surf, João Aranha, contextualiza assim a campanha conjunta: “É uma colaboração entre a Federação e a Associação para uma maior sensibilização dos utentes das nossas praias e uma abertura à colaboração com as autarquias no sentido de implementar uma sinalética mais clara neste contexto pandémico que exige, acima de tudo, uma comunicação eficaz e abrangente.”

Por sua vez, Afonso Teixeira, Diretor Executivo da AESDP, reforça: “O objetivo desta campanha é, acima de tudo, destacar o papel das escolas de surf como agentes que dão apoio à gestão das praias e contribuir com sinalética para ajudar na comunicação na praia.”

A FPS e AEDSP esperam agora um bom acolhimento por parte das autarquias costeiras para transformar esta campanha em sinalética física de apoio nas praias de norte a sul do país.

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PROJETO MELHOR TURISMO 2020

Informação atualizada, de maio de 2020, sobre o projeto Melhor Turismo 2020, financiado pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) através do Portugal 2020, de FORMAÇÃO e CONSULTORIA para as empresas do surf, em parceria com a entidade formadora e consultora Biosphere Portugal.

Principais informações:

  • Este projeto é destinado às empresas que operam nas regiões Norte, Centro ou Alentejo – se não tiverem sede em uma destas regiões, devem comprovar que desenvolvem atividade numa das regiões;
  • Devido à situação atual, decidimos comparticipar o custo que as empresas teriam para participar. Assim, a participação no projeto é gratuita, mediante um compromisso de participar em pelo menos 95% das horas de formação e consultoria;
  • A participação no projeto atribui as 10 unidades de crédito IPDJ necessárias à revalidação das cédulas de treinadores.

Áreas de Intervenção:

  • Gestão de recursos e Economia Digital: 72 horas de consultoria + 48 horas de formação; 
  • Implementação e Certificação de Sistema de Gestão de Boas Práticas de Sustentabilidade: 60h de consultoria + 40h de formação. 

Download Apresentação Projeto

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ESCLARECIMENTO: ATIVIDADES DE ENSINO DE SURF

Com o intuito de esclarecer toda a comunidade quanto à legalidade das aulas e treinos de surf nesta fase do desconfinamento, produzimos um documento de esclarecimento juntamente com a Federação Portuguesa de Surf (FPS).

Tendo em conta toda a desinformação que foi sendo vinculada ao longo dos últimos dias, as escolas que tinham retomado a sua atividade estavam a ser vistas como incumpridoras, quando a atividade é já permitida em várias regiões.

Assim, decidimos junto da FPS transmitir um sinal de união pela importância do momento que atravessam as escolas de surf, defendendo-as ao esclarecer toda a comunidade que a atividade que desempenham é já legalmente permitida.

Consultar o comunicado neste link.

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JÁ ESTÁ DISPONÍVEL A PRIMEIRA VERSÃO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA ESCOLAS DE SURF

Conforme o compromisso estabelecido pela Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) na Carta Aberta enviada ao Governo, foi hoje entregue a primeira versão do Plano e Manual de Contingência para a retoma da atividade de ensino de surfing.

Este documento é o resultado da participação ativa dos associados da AESDP na procura de uma solução equilibrada, que permita a retoma da atividade económica ligada às modalidades de deslize em ondas em segurança.

A Associação pretende que este seja tido como o primeiro contributo para um plano que deverá estar em constante aperfeiçoamento, que foi partilhado com todos os interessados para que possa haver um maior volume de contributos e sugestões de alteração.

Esta versão do Manual de Contingência AESDP pode ser consultada neste link.

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CARTA ABERTA AO GOVERNO

A Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) elaborou uma carta aberta ao Governo, que enviou a vários membros do Executivo, aos Presidentes da República, da Assembleia da República, da Federação Portuguesa de Surf e ao Almirante da Autoridade Marítima Nacional.

Esta carta foi enviada com o intuito de sensibilizar para a necessidade de retorno faseado e responsável à atividade, indicando as fases que a AESDP considera dar as necessárias garantias de segurança e de salvaguarda da saúde de todos. A Associação compromete-se ainda a elaborar e apresentar, até ao final do período do atual Estado de Emergência, uma proposta de um manual de contingência e de novas práticas a adoptar por todos os operadores.

A AESDP diz-se consciente que cada uma das atividades económicas, bem como os hábitos recreativos e de lazer da população, terão necessariamente que ir sendo recuperados aos poucos, sendo esta carta o contributo da Associação para o retorno faseado da atividade de ensino de surf, com o intuito de salvaguardar a sobrevivência dos operadores.

A carta pode ser consultada na íntegra através deste link.

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TREINADORES E ESCOLAS DEBATERAM O FUTURO DO ENSINO DE SURF EM PORTUGAL

Cerca de 50 operadores de ensino de surf e convidados especiais estiveram reunidos via vídeoconferência no Encontro Nacional de Escolas e Treinadores de Surf, que decorreu ao longo dos dias 26 e 27 de março. Associação de Escolas de Surf de Portugal destaca o sucesso de um “evento único”, em que os operadores definiram estratégias para o futuro pós-COVID19, bem como para o licenciamento e regulamentação da atividade.

Foram cinco as sessões virtuais promovidas pela Associação de Escolas de Surf de Portugal (AESDP) ao longo de dois dias e que contaram com a participação de cerca de 50 associados. Na primeira sessão, reuniram-se os associados da Costa da Caparica para definir a estratégia de criação de um Núcleo Local da AESDP na região. As restantes quatro sessões, ao longo dos dois dias, serviram para apresentação dos resultados de um questionário realizado pela Associação junto das escolas de surf e para debater o futuro da atividade de ensino de surf perante os desafios que enfrenta – consultar resultados do questionário.

Segundo o Presidente da AESDP, João Diogo Pinto dos Santos, “o sucesso deste evento único foi ainda maior do que esperávamos, o envolvimento e a participação ativa de todos foi excecional e conseguimos exatamente o que pretendíamos, que era colocar o futuro da associação nas mãos dos associados. Reforço ainda o nosso agradecimento aos convidados Miguel Pedreira, João Valente, Pedro Almendra e Nuno Jonet, que contribuíram com uma visão isenta e fora da ‘bolha’ das Escolas de Surf em relação ao que deverá ser o futuro da nossa atividade”. 

Por enquanto, os interessados podem esperar mais iniciativas deste género em breve. “O formato digital foi uma novidade e um teste para nós, pelo que estávamos um pouco apreensivos, mas dado o sucesso alcançado estamos já a preparar novos debates”, concluiu João Diogo Pinto dos Santos.

A Associação de Escolas de Surf de Portugal é uma entidade que reúne e representa os operadores de ensino de surf em Portugal, contando com mais de 150 membros associados.

+info: www.associacaoescolasdesurf.pt

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